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O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA CUIDAR DO SEU CARRO?

Como todo equipamento, um carro exige alguns cuidados básicos para ter uma vida mais longa. Se forem bem tratados, os veículos atuais podem rodar por muitos anos sem maiores problemas. Além disso, essas medidas preventivas, além de representar economia e segurança, garantem a valorização de seu patrimônio na hora da revenda. Clique nos itens abaixo e veja algumas dicas para conservar e prologar a aparência e a vida de seu carro.

ALINHAMENTO
Junto com o balanceamento e o rodízio de pneus, o alinhamento é vital para a segurança, conservação e maior economia. Recomenda-se executar esses serviços a cada 10000 quilômetros para evitar o consumo prematuro dos pneus, o desequilíbrio do carro e o desgaste do sistema de suspensão e da direção.

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ANTENAS
Ela ainda é um objeto visado por ladrões e vândalos. Se for do tipo telescópico, elétrica ou não, tome o cuidado de sempre recolhê-la antes de deixar o veículo. Se for do tipo rosqueado, retire e guarde dentro do carro em local que não seja visível do lado de fora. O melhor é parar sempre em um estacionamento de confiança.

BANCOS
Mesmo os revestidos de tecido sintético, que são bem mais resistentes, mancham. Vazamentos de produtos químicos, alimentos líquidos ou pastosos e barro encabeçam a lista dos maiores responsáveis pela sujeira. Para uma limpeza profunda, procure uma empresa de confiança para a lavagem. Os de plástico podem ser limpos com um pano úmido. Porém, é importante não deixar que a sujeira, ou a poeira em excesso, se acumule. Bancos revestidos de couro também necessitam de cuidados. Para limpá-los, use um pano umedecido. O couro de boa procedência é impermeável e não encharca, nem fica quebradiço com o tempo. O ideal é hidratar o couro com vaselina líquida a cada seis meses. Retire o pó e aplique a vaselina. Tire o excesso e espere três horas até o couro absorver o produto. Em regiões mais quentes e úmidas, essa manutenção deve ser feita a cada dois meses. Procure estacionar sempre à sombra, pois o sol tende a ressecar o couro, causando rachaduras irrecuperáveis em sua superfície.

bancos

CAMBAGEM
É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente

CATALISADOR
É um dispositivo instalado no escapamento com a função de transformar substâncias poluentes em gases menos nocivos à atmosfera. Dependendo da qualidade do combustível utilizado, pode durar 80000 quilômetros. Porém, está sujeito a danos especialmente por estar instalado na parte inferior do veículo. Evite entrar em poças de água profundas e procure desviar de pedras maiores, que podem causar estragos. Catalisador danificado perde a eficiência, já que seus elementos internos, de cerâmica, se desfazem e não conseguem mais transformar os gases. E um novo custa bem caro.

CINTO DE SEGURANÇA
Peça fundamental para a segurança do motorista e dos passageiros e de uso obrigatório por lei. Verifique sempre se os engates e os pontos de fixação da peça estão bem conservados e presos. As tiras devem estar bem costuradas e sem folgas. Os mecanismos também devem ser constantemente lubrificados. A manutenção inclui uma limpeza regular. Um pano umedecido com um detergente suave é indicado para manter as tiras limpas.

EQUIPAMENTOS DE EMERGÊNCIA
Se não tiver estepe, extintor de incêndio e o triângulo de sinalização no carro, você pode ser multado, já que a legislação o obriga a tê-los. Equipamentos como macaco ou chave de roda são de apoio, mas não são obrigatórios. Porém, todos são de extrema utilidade e nunca podem faltar em um veículo. Cuide para que estejam sempre à mão e em plenas condições de uso. Estepe: Deve estar sempre calibrado e balanceado. Se precisar usá-lo e ele estiver murcho, prefira colocá-lo na parte traseira, instalando o pneu bem calibrado na frente. Extintor: Num incêndio, retire o lacre de inviolabilidade, levante a alavanca e aperte o gatilho na direção do fogo. Triângulo: Indica que um carro parado está com problemas. Deve ser colocado a uma distância de, no mínimo, 50 metros do veículo. Macaco: Atenção redobrada às instruções de uso que vêm no manual do proprietário. Macaco mal colocado pode causar acidentes. Chave de roda: A melhor é a do tipo cruzeta, que permite o uso dos pés para ajudar a soltar os parafusos da roda. Há outros itens que podem ser bastante úteis em emergências ou ocasiões imprevistas: luvas de tecido, panos para limpar as mãos e para forrar o chão (no caso de uma troca de pneu) ou os bancos e o porta-malas (quando for transportar algum objeto sujo ou molhado).

ESCAPAMENTO
Com o uso constante, sofre desgaste provocado pelos resíduos corrosivos de combustível e óleo e deve ser trocado sempre que apresentar buracos ou rachaduras, para não comprometer o bom desempenho do motor. Composto por câmaras de expansão, conversores catalíticos e tubos, é o sistema responsável por recolher e eliminar os gases queimados no processo de combustão no motor, bem como pela redução do nível de ruído produzido por seu funcionamento, graças a um silenciador interno. Ele abafa o ruído do escape. Dentro do silenciador, há tubos perfurados e defletores que desviam o fluxo do gás, reduzindo sua velocidade e a pressão. Isso diminui as vibrações e o ruído.

FARÓIS
A maioria dos motoristas não sabe, mas é necessário fazer revisões periódicas dos faróis do carro. As lâmpadas devem ser trocadas a cada dois anos, aproximadamente. Além disso, buracos e depressões nas cidades e estradas fazem com que os faróis percam a regulagem de fábrica em até três meses. Por isso, recomenda-se fazer uma revisão completa a cada noventa dias. Lembre-se: olhos ofuscados por luz alta podem demorar até meio minuto para se recuperar. Quanto maior a velocidade, maiores os riscos de acidentes.

FUSÍVEIS
São simples de trocar porque geralmente a caixa que os contém encontra-se em lugares de fácil acesso. O mais difícil é saber a que setor eles se referem. Por exemplo, se os faróis não acendem, a busca começa pelo quadro de fusíveis. Ele varia de lugar conforme o modelo do veículo. Para identificar a peça danificada, verifique um a um. Os queimados apresentam a fina lâmina interna rompida. Na dúvida, procure a informação no manual do proprietário (sempre uma leitura obrigatória), onde encontrará o esquema das posições de cada peça e seu equivalente. Em carros mais modernos, com eletrônica embarcada, a queima de fusíveis é mais rara. Em todo caso, é bom ter alguns de reserva no carro.

LATARIA
Nos carros atuais, ela já vem bem protegida de fábrica contra ferrugem e outros agentes nocivos ao metal. Também não é difícil conservar a lataria do veículo contra poeira ou barro. Contra acidentes ou vandalismo isso já é bem mais complicado. Riscos, batidas de porta em estacionamentos ou ainda pequenos amassados que aparecem por alguém ter encostado no carro acontecem com freqüência. O mais importante é não deixar o conserto para mais tarde. Isso pode significar prejuízos maiores que os da batida. Pequenos retoques, “martelinho de ouro” e outros recursos são facilmente encontrados em serviços de reparos rápidos para resolver esses problemas. Procure fazer sempre, no mínimo, dois orçamentos antes de ordenar o serviço.

LIMPADOR DE PÁRA-BRISA
É um equipamento de primeira necessidade. Seu bom funcionamento é sinônimo de segurança, em dias de neblina ou chuva. Verifique periodicamente a pressão do braço do limpador, a borracha das palhetas (se ela passa e deixa marcas no vidro, está na hora de trocá-las), bem como o jato do esguicho de água do pára-brisa.

LUZES
O bom funcionamento das luzes é fundamental em um veículo e pode evitar situações de perigo. E não só os faróis. Lanternas, piscas, luzes de freio e de ré, iluminação interna, luzes do painel, bem como a fonte de energia – a bateria -, devem ser constantemente checados para que não haja surpresas. No caso da bateria, observe se os cabos estão oxidados (geralmente há o acúmulo de um pó pastoso esbranquiçado), ou se estão frouxos ou soltos.

PINTURA
A pintura lisa ou sólida é a mais comum (e mais barata) e usa apenas pigmentos de cores. Utiliza-se laca ou esmalte para essa camada. Na pintura metálica, a tinta recebe a chamada carga de efeito, ou seja, laca acrílica e pigmentos de alumínio que deixam a superfície brilhante. A pintura perolizada leva pó de pérola e pigmento de mica (de origem mineral), que tornam as cores mais intensas. Embora a formulação das tintas tenha evoluído consideravelmente nos últimos tempos, tornando a superfície pintada mais resistente ao ataque de produtos químicos, certos cuidados devem ser tomados para mantê-la em ordem. Lave sempre que pegar poeira ou barro, após transitar em estradas de terra ou sob chuva. Não utilize querosene nem solvente. O ideal é usar um detergente bem suave, lavando e enxaguando rapidamente toda a superfície. Não deixe secar ao sol. Encerar e polir com regularidade, no mínimo a cada 90 dias, é importante para conservar a pintura e a boa aparência.

RODAS
Buracos e guias são os seus maiores inimigos. Elas amassam e entortam em choques mais fortes e só uma troca resolve o problema. Rodas em bom estado e pneus com especificação correta, devidamente calibrados, evitam desgastes, melhoram a segurança e economizam combustível. Para cada tipo de veículo, existem rodas com medidas adequadas para não prejudicar seu desempenho. Portanto, não é só a beleza que conta na hora de escolher rodas que não sejam originais de fábrica para seu carro.

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TETO SOLAR
Esse equipamento exige um bom funcionamento das borrachas de vedação e lubrificação das articulações. É preciso ler o manual de cada fabricante com atenção, pois só ele contém as informações específicas para que você cuide bem do seu teto, prolongando sua vida útil. Quando o carro já sai de fábrica equipado com ele, não há problemas de desvalorização na hora da revenda. Atenção: o mesmo não acontece se o teto for colocado depois.

VIDROS
Para evitar riscos precoces, nunca ligue o limpador de pára-brisa quando o vidro estiver seco. Ele normalmente acumula poeira, óleo e outras sujeiras. Para lavar os vidros, utilize sempre muita água com detergente suave ou limpa-vidros e uma flanela macia. Não deixe que a sujeira se acumule. Eles devem estar sempre bem limpos para não prejudicar a visibilidade, principalmente, e contribuem com a boa aparência do veículo.

 FONTE: http://quatrorodas.abril.com.br/QR2/autoservico/mecanica/cuidados.shtml

 

 CUIDADOS COM A SUSPENÇÃO:

Conheçam quais são os sinais de desgaste desse sistema tão importante e saiba como mantê-lo bem cuidado. 

A suspensão é um sistema que tem a função de absorver as vibrações e choques das rodas, proporcionando conforto aos ocupantes do veículo e garantindo o contato das rodas com o solo. E mais importante: é elemento vital para assegurar os níveis pretendidos de estabilidade do veículo, nas freadas, em curvas, e em situações onde o melhor comportamento do veículo é solicitado de forma crítica.

 É vital para a segurança ativa do veículo, ajudando a não comprometer a integridade física do usuário.

Formada por uma série de componentes (amortecedores, molas, bandejas, braços, pivôs, buchas, barra estabilizadora e bieletas), a suspensão sofre desgaste natural com o uso, podendo prejudicar o desempenho do veículo que fica mais vulnerável ao fazer curvas, ao trafegar em solos irregulares e outras situações comuns em estradas e ruas do País.

Por isso, é fundamental que o motorista fique atento aos sinais que indicam a necessidade de substituição desses importantes componentes. Formas de dirigir mais agressivas podem provocar um desgaste maior e prematuro da suspensão. É diferente passar por buracos e crateras de uma maneira cuidadosa em baixa velocidade do que frear bruscamente ou simplesmente ignorar esses obstáculos sem reduzir a velocidade.   Imagine esse hábito sendo repetido todos os dias, não há suspensão que agüente o tranco. A não ser no caso dos veículos produzidos para enfrentar solos acidentados, como os 4X4. Sendo assim, o melhor a fazer é maneirar quando não der para desviar desses inconvenientes, mas inimigos permanentes dos automóveis.    Para ajudar a identificar os problemas e sintomas que podem ocorrer na suspensão, veja algumas dicas:

  • Amortecedores
    Problema: amortecedores gastos deixam de exercer a sua função e ficam sem ação, o que leva ao desgaste prematuro dos componentes da suspensão. Sintoma: Veículo sem estabilidade e barulho na suspensão.
  • Molas
    Problema: quando estão gastas ficam sem ação e provocam o desgaste prematuro dos componentes da suspensão.
    Sintoma: veículo sem estabilidade e barulho na suspensão.
  • Bandejas e braços
    Problema: danificadas e buchas gastas. Sintoma: barulho na suspensão e dirigibilidade comprometida.
  • Pivôs e buchas
    Problema: folga ou gastos.
    Sintoma: Barulho na suspensão.
  • Barra estabilizadora e bieletas
    Problema: folga ou gastos. Sintoma: veículo sem estabilidade e barulho na suspensão.

Prevenção

  • Antes de mais nada, não ignore os sinais (acima mencionados) que o seu veículo estiver emitindo para você.
  • Siga rigorosamente a quilometragem especificada pelo fabricante para a manutenção preventiva, alinhamento e balanceamento dos pneus.
  • Não modifique a originalidade da suspensão (diminuir o comprimento das molas, alterar diâmetro de rodas/pneus, etc). Lembre-se que o fabricante investiu muito tempo, conhecimento e dinheiro para produzir o seu veículo e garantir sua segurança e desempenho. Alterações na sua estrutura, principalmente nos itens que afetam diretamente a segurança, são muito arriscadas.

Ou seja, o sistema de suspensão é considerado parte integrante da segurança veicular ativa dos veículos e responsável por suavizar as trepidações do conjunto pneu/roda com o solo, garantindo a dirigibilidade e estabilidade do veículo. Portanto, cuide bem para manter o seu veículo sempre seguro.  FONTE: (http://www.corsateam.com.br/cuidados-com-sua-suspensao/)

 

O QUE FAZER QUANDO A BATÉRIA DO CARRO ARRIAR?

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A cena não é rara. Você acorda atrasado e quando vai dar a partida o motor do carro não funciona. Após insistir algumas vezes, nada. Observa daqui, dali e a conclusão é que a bateria arriou. Bem, você já ouviu falar na ligação direta entre baterias comumente chamada de “chupeta”, que é uma solução para os casos de bateria descarregada? Até então tudo bem, mas você sabe como executar esse serviço sem correr o risco de danificar seriamente a parte elétrica do veículo?


Pode ficar despreocupado, que esse tipo de procedimento não é prejudicial ao carro nem a você, porém, desde que tomados os devidos cuidados para evitar até mesmo um acidente de maiores proporções. Abaixo listamos todos os cuidados a serem tomados nessa situação de emergência.

Em primeiro lugar é preciso providenciar os cabos adequados. Geralmente são confeccionados em duas cores, um vermelho e outro preto. Nem tente imaginar a possibilidade de fazer esse procedimento com fios domésticos, pois podem provocar acidentes graves. Também é importante que os cabos estejam em boas condições. Normalmente o zelador do prédio ou mesmo na portaria dos edifícios existe um cabo desses. Mas fique atento, verifique se não há emendas nem partes descascadas.


De posse do cabo é preciso uma bateria auxiliar, que pode ser outro carro. O ideal é que a amperagem de ambas as baterias sejam iguais, pois capacidades diferentes podem provocar danos ao sistema elétrico de um ou mesmo de ambos os veículos durante o processo de transferência de carga. Caso não seja possível, a bateria auxiliar deve então ter a maior amperagem. Na condição de se utilizar a bateria instalada em outro carro é importante que as carrocerias não se toquem. Desligue tudo que consome energia nos dois veículos, luzes internas, ar-condicionado, som, etc. Se estiver na rua não deixe de sinalizar e, nesse caso, o carro com a bateria auxiliar deverá estar com o pisca-alerta ligado.

 Acione o freio de mão e se estiver em aclive ou declive utilize calços para assegurar que os carros não irão se mover. Se um ou ambos automóveis tiverem cambio automático coloque a alavanca de marchas na posição P (parking). Verifique antes onde se encontram os pólos positivos de cada bateria. Normalmente são aqueles cobertos por uma capa.


Mantenha o veículo com a bateria auxiliar em funcionamento. Se for o caso de uma bateria auxiliar fora do automóvel, certifique apenas que ela esteja carregada. Comece ligando os pólos positivos. Utilize o cabo de cor vermelha, é um padrão estabelecido. Conecte o cabo primeiramente ao pólo positivo da bateria auxiliar, depois ao pólo positivo da bateria descarregada. Tome todo o cuidado para o cabo não encostar em nada, principalmente no pólo negativo.
 
 Em seguida, faça a conexão dos pólos negativos, começando pela bateria auxiliar. Agora utilize o cabo de cor preta. Como citado anteriormente é um padrão, por isso vale a pena seguir essa regra, já que quando for repetir esse procedimento dificilmente vai errar os pólos e cometer um acidente.
Depois de conectar os cabos corretamente dê a partida no veiculo com a bateria descarregada. Se funcionar, ótimo, a bateria descarregou mesmo. Se não conseguir após algumas tentativas, não insista. Quatro ou cinco tentativas é o suficiente. Nesse caso só resto levar o automóvel ao mecânico. Após o funcionamento ou algumas tentativas desconecte os cabos, agora na seqüência inversa, ou seja, comece pelo cabo ligado aos pólos negativos.

Com o carro em funcionamento não será preciso aguardar até que a bateria carregue. Já é possível colocá-lo em movimento logo em seguida. Caso você não saia de imediato é preciso aguardar em torno de 10 a 15 minutos para que a bateria carregue totalmente e assim tenha carga suficiente para uma nova partida (caso ela tenha descarregado, mas ainda esteja em boas condições de segurar a carga).

Depois do transtorno é bom investigar a causa da bateria ter descarregado. Em alguns casos ela pode indicar que sua vida útil já está no fim. Em outros, pode ser uma luz interna que ficou ligada por várias horas, um farol aceso por muito tempo, etc. O importante é saber o que aconteceu para não ficar na mão outra vez.

 FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1061667-9658,00.html

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LIMPEZA DO SEU AUTO

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Para muitos, o sábado de sol é dia de praia, passeios, reunião com os amigos ou simplesmente uma ocasião para relaxar e não fazer nada. Mas para muitos motoristas, sábado é dia de lavar o carro. E olha que tem gente que segue um verdadeiro ritual que só termina quando o último grão de poeira sair da
lataria. Se você é do tipo que gosta de limpar o próprio carro, saiba que alguns cuidados são fundamentais.
 

 O primeiro passo é a lavagem externa. O proprietário da Dry Mobil, Fabrício Fonseca, alerta que o uso de xampu neutro e água corrente evita que a pintura perca o brilho e sofra com arranhões provocados pela areia.

É importante usar um xampu neutro para carro pois ele não ataca a proteção de pintura que alguns veículos possuem. Além disso, eu aconselho sempre a usar água corrente para limpar o veículo.

Quem usa balde corre o risco de ter a pintura arranhada. Na hora que a esponja suja é mergulhada no balde, a areia sai e se deposita no recipiente. Corre-se o risco de mergulhar a esponja de novo no balde alguns grãos de areia serem esfregados no carro, arranhando a pintura, explicou Fabrício.

Outro cuidado básico está na hora de limpar os vidros, principalmente nos veículos com película. Nesse caso, um pano úmido é o ideal para limpar acompanhado de um outro pano seco para enxugar o local. Fabrício dá a dica de usar fraldas, que são ideais para esse tipo de limpeza.

O mesmo cuidado vale para o vidro traseiro equipado com desembaçadores. Nesse caso, mesmo carros sem películas devem ter o vidro traseiro tratado com cuidado para que nenhum filamento se rompa.

Já o painel do carro pode ser limpo com um pano úmido apenas. Em caso de muita sujeira, um sabão de coco dá conta do recado. Fabrício alega que não utiliza produtos a base de silicone pois a superfície fica oleosa e em contato com a poeira cria-se uma camada de sujeira.

Já o uso de ceras, tanto líquidas quanto pastosas, fica a critério pessoal de cada um. No entanto, Fabrício alerta que é preciso saber se o carro possui proteção de pintura. Caso tenha, é recomendado usar apenas uma cera líquida. Do contrário, uma cera pastosa é o ideal para dar uma trato no visual.

De toda forma, o proprietário da Dry Mobil alerta que é preciso procurar uma empresa especializada em lavagem para retirar aquela sujeira mais grossa. O barro que se acumula nas caixas das rodas pode, a longo prazo, comprometer o bom funcionamento da suspensão. O ideal é usar um forte jato de água para remover o excesso de sujeira.

FIQUE POR DENTRO  

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Use sempre xampu neutro para a limpeza externa do veículo  

Evite usar baldes na hora da limpeza. A areia tende a se acumular no interior do recipiente e grudar na esponja e poderá arranhar a pintura do veículo. Prefira usar sempre água corrente.

Se o carro possuir película nos vidros, utilize apenas um pano úmido para limpar e um pano seco para secar. O uso de jornal pode arranhar e película e deixá-la fosca.

A limpeza interna do vidro traseiro, onde há os filamentos
do desembaçador elétrico, deve ser feita com um pano úmido e a secagem deve ser realizada com cuidado para não estragar
os filamentos.

Prefira limpar o painel do carro apenas com água ou, em caso de sujeira grossa, com um sabão de coco. Muitos limpadores a base de silicone deixam a superfície oleosa facilitando o acúmulo de poeira.

QUANTO CUSTA EM MEDIA;

Xampu neutro: R$ 7,00 a R$ 12,00 (embalagem com litro) Cera pastosa: R$ 5,00 a R$ 10,00
Cera líquida: R$ 10,00 a R$ 13,00
Pacote de fraldas (usada para secar: R$ 7,00 a 12,00 (contendo 3 unidades)
Limpeza completa (incluindo motor e cera): R$ 70,00
Limpeza vip (bancos, teto, interior completo): R$ 300,00

Limpeza Interna

– Tecido (bancos e assentos), utilizar água com sabão liquido.
Para retirar pelos de animais e pequenas sujeiras, use um aspirador ou uma fita plástica enrolada na mão, com a cola virada para fora e pressione sobre o lugar a ser limpo, a sujeira vai colar na fita.Quando sentir que a fita não tem mais efeito, troque por um novo pedaço e continue.

– Plásticos (painel de bordo, guarnições das portas e tecidos do teto) utilizar agua adicionada com sabão liquido ou excepcionalmente, álcool desnaturado (depois de ter feito um teste numa área não visível).

– Deve evitar-se o mais possível o uso de detergentes que contenham solventes.

– Deve-se limpar sempre várias vezes com um pano macio limpo e evitando molhar demais.

Vidros

Nunca utilize palhas de aço para limpar os vidro de seu automóvel.

Use limpa-vidros ou álcool com jornal, que não deixa vestígios de fiapos como o pano.

Se o vidro traseiro possui desembaçador, cuidado ao limpar a parte interna.

Jamais utilize produtos abrasivos, nem encoste objetos pontudos ou cortantes, para não danificar os filetes de aquecimento.

Carroceria

Importante

Eliminar o mais rapidamente possível excrementos de aves, insetos, manchas de piche, e de gordura pois tudo isto contem substâncias que provocam grandes danos à pintura.

O que não se deve fazer:

– limpar a carroceria a seco.

– usar gasolina, querosene ou tira manchas para tecidos na limpeza da pintura, assim como nas peças de plástico.

– raspar as manchas de piche, insetos mortos ou outra sujeira que tenha aderido à pintura.

– lavar a carroceria quente ou ao sol .

– limpar os faróis com panos secos ou abrasivos ou com produtos detergentes ou solventes.

– deixar acumular sujeira na carroceria.

– andar frequentemente na lama sem lavar as partes de baixo do veiculo e o interior dos para-lamas.

– as peças em plástico não deverão ser polidas.

– usar produtos que contenham silicones.

 

 

TROCA DE ÓLEO: Qual o tipo de óleo ideal para usar no seu carro? Como e quando efetuar a troca do lubrificante?

A principal dúvida sobre óleo para motores é uma só: que tipo de óleo usar no meu carro? A resposta é bem simples: o que estiver indicado no manual do proprietário. Mas, acalme-se, a idéia aqui não é comentar o óbvio, mas sim abrir seus olhos para esse importante assunto na manutenção do seu veículo.
Antes, porém, vamos detalhar a função do lubrificante. Sua tarefa é evitar o atrito entre as peças móveis dentro do motor e assegurar o bom funcionamento. Esse fluido deve manter suas características de lubrificação sob as mais diversas condições, sejam climáticas ou formas de uso. Com o passar do tempo, o óleo do motor tende a perder sua viscosidade – característica principal no lubrificante -, encarregada de fazer com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as peças que estão em contato dentro do motor. Perdendo a viscosidade, o atrito poderá comprometer o funcionamento do motor e deste modo a vida útil, além de reduzir o desempenho e aumentar o consumo.
Muitas pessoas têm o hábito de só completar o óleo quando este está abaixo do limite, sendo que o mais adequado é fazer a troca completa do lubrificante. Esse erro pode custar caro. Se não for substituído, o óleo fica mais sujo que o normal, já que além de lubrificar ele também tem a função de eliminar determinados resíduos da combustão – queima do combustível – e isso compromete a viscosidade.
Mas o que fazer para o óleo não perder a viscosidade? O correto é fazer as trocas dentro dos limites de quilometragem estabelecidos para cada tipo de óleo.
 
 

 

 

 

  Que óleo colocar?

Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo consulte o “Manual do Proprietário” na seção referente a manutenção. É simples e rápido. Lembre-se de observar os dados referentes a viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) e grave esses números. Outra possibilidade é conferir as tabelas de recomendação disponíveis nos postos de serviço. Conheça os tipos de óleo:

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Divulgação

Troca de óleo é fundamental para o bom funcionamento do motor 
(Foto: Divulgação)

Óleo mineral multiviscoso – O mineral multiviscoso é o mais comum no mercado. Esse tipo de óleo é adequado para qualquer motor, sendo ele de qualquer cilindrada ou combustível. Sua principal característica é adaptar a viscosidade de acordo com a temperatura de funcionamento do motor.

 

Vamos tomar como exemplo o 15W40. O primeiro número indica a viscosidade do óleo em uma temperatura baixa, como na hora da partida, e o segundo indica a viscosidade à temperatura operacional. Quanto menor o primeiro número, mais fino é o óleo e quanto maior o segundo, mais grosso. O cuidado necessário é efetuar as trocas antes de atingir o limite de quilometragem, nesse tipo de óleo recomendada a cada 5 mil quilômetros. Caso passe despercebido, com o tempo provoca alto índice de carbonização interna do motor que, a partir de então, fica sujeito a falhas e quebras.
Óleo semi-sintético – O semi-sintético é o óleo que mistura a base sintética com a mineral. Esse tipo é recomendado para motores mais potentes que trabalham em altas rotações. Mas, nada impede seu uso em motores menos potentes. Provoca menos carbonização interna e contribui para amenizar o atrito entre as peças internas do motor, principalmente durante a partida, quando a maior parte do óleo encontra-se em repouso no cárter – reservatório do óleo. Ele também é do tipo multiviscoso. A troca é recomendada pela maioria dos fabricantes a cada 10 mil quilômetros, mas convém efetuá-la antes disso, por volta dos 8 mil.
Óleo sintético – Os sintéticos são os mais elaborados e caros e prometem manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor. Com essa característica a tendência é não carbonizar o motor. São indicados para os modelos esportivos que trabalham em regimes mais severos. A troca é recomendada a cada 20 mil quilômetros, mas é bom ficar sempre atento ao nível. 
 
O mais importante de tudo é usar um único tipo de óleo e, de preferência, da mesma marca. Em princípio, os óleos automotivos são compatíveis entre si, sendo até possível misturar marcas diferentes. Porém é preciso tomar o devido cuidado de usar produtos de um mesmo nível de desempenho (API) – sigla em inglês de Instituto Americano do Petróleo, uma classificação de duas letras que informa o tipo de motor para o qual o óleo se destina (gasolina ou diesel) e o nível de qualidade.

 

Também não se esquecer do mesmo índice de viscosidade (SAE) – sigla em inglês para Sociedade de Engenharia Automotiva, que classifica os lubrificantes automotivos em faixas de viscosidade. No entanto, a melhor alternativa ainda é evitar esse procedimento. Uma observação importante é nunca misturar óleo mineral com óleo sintético. O tempo de troca também varia de modelo para modelo.

   Medição no posto de gasolina

É comum entre os motoristas pedir para checar o nível em postos de gasolina durante o abastecimento. O procedimento é correto, mas, geralmente, os atendentes não perguntam qual a marca e o tipo de óleo que você prefere ou mesmo o que já está no reservatório do motor. Eles medem o nível e, se estiver baixo, completam com o óleo que tiverem no estoque.

 

Nesse momento é importante ter paciência e aguardar pelo menos três minutos com o carro desligado antes de fazer a medição. Esse tempo é necessário para que todo o óleo do motor escorra para o cárter e assim permita uma correta avaliação do nível.
É por isso que as montadoras aconselham os proprietários a trocar ou completar o óleo em concessionária autorizada. Cada marca tem sua recomendação específica, mas nada que, se você tomar toda a cautela, não seja possível de realizar em postos de serviço.
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível. Motores com mais de 100 mil quilômetros rodados têm mais folga em determinados componentes internos que os veículos novos e, portanto, tendem a baixar mais o nível de óleo no cárter. É bom lembrar que mesmo o motor novo também tem certo consumo de óleo, assim o acompanhamento do nível se faz necessário para qualquer carro, independente do tipo de combustível utilizado e tempo de uso.
 
 
 

 

 

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abril 9, 2009 Posted by | NOVA PRISMA PEÇAS | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

ESCORT – GUIA DE COMPRA

A partir de 1996 o Escort, ainda com carroceria antiga, passa a vir da Argentina. Está certo que houve uma queda geral da qualidade, mas para a próxima geração do Escort vendida no Brasil, que seria lançada aqui como modelo 1997, essa tendência não se confirmou.

fonte: http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/Guiadecompra_Conteudo.vxlpub?hnid=39529

O carro era bem acabado e realmente muito diferente dos Escort vendidos por aqui até então. Pela primeira vez não contava com versão de duas portas no lançamento, mas de quatro portas (hatch), station-wagon e sedan. Todas elas contavam com o excelente motor Zetec Rocam de 1,8 litro de cilindrada, quatro válvulas por cilindro e 115 cv de potência.

O carro era bem mais moderno que a geração anterior, evidenciando a tendência que a Ford na época chamava de New Edge. No interior do veículo havia vários elementos circulares, o que agradava a alguns e a outros, nem tanto. A versão SW vinha sendo estudada pela Ford desde o lançamento do Escort “original”, em 1983. Tanto que chegou a importar algumas unidades para testes de engenharia. O detalhe curioso é que algumas chegaram aqui com direção do lado direito, sendo destruídas sem uso…

De qualquer forma havia ainda o sedan, bastante parecido com o Verona e – e por sua vez, com o Orion, nome da versão sedan do Escort na Europa. Este teria a vida bastante curta, pois além do design não ajudar, naquela época o consumidor ainda não tinha a mesma cultura de sedan que tem hoje em dia.

Em 1998 a Ford lança a versão de duas portas, mas equipada com motor Zetec Rocam de 95 cv, o mesmo do Fiesta 1.6. Essa versão seria chamada de GL 1.6. O RS é mais uma novidade da empresa para o ano de 1998, mas a nomenclatura – que sempre serviu para designar modelos realmente excepcionais – por aqui foi vilipendiada. Sim, pois o RS nada mais era do que um Escort de duas portas com algumas mudanças sutis, como kit aerodinâmico, instrumentos do painel com fundo branco e rodas de liga-leve com desenho exclusivo. E o sedan, como era de se esperar, sai de linha após muito pouco tempo de mercado. Mais um dos fracassos que a Ford protagonizou, infelizmente.

Em agosto de 2000 a versão SW ganha motor 1.6, assim como o hatch de quatro portas. E as mudanças da linha ficam por aí. Em 2003 a linha chega ao fim, exatamente três anos após a extinção do modelo na Europa, para dar lugar ao Focus.

Comprando um Escort usado

Os modelos fabricados entre os anos de 1997 e 2003, embora tenham sido feitos na Argentina (que não gozava de boa fama entre nós, pela qualidade de alguns modelos lá fabricados), são muito bons. O motor inglês ajuda, mas o fato é que o carro era bem feito e não é dado a grandes problemas.

Mas como em todos os modelos há cuidados específicos, então vamos lá: o problema na marcha-lenta dos Escort dessa fase são comuns e o motor “morre” inesperadamente ou há oscilação da marcha-lenta. As causas podem estar na sonda lambda, servo-atuador da marcha-lenta, ou ainda no chicote desse componente. Verifique ainda se a embreagem está sem trepidações ou patinando, se não há ruídos na suspensão dianteira (causados principalmente por buchas estouradas ou das bieletas), se o radiador está em bom estado e não foi reformado grosseiramente. Carros com sinais de problemas de arrefecimento devem ser checados com mais rigor, por causa de eventuais conseqüências no cabeçote e respectiva junta.

março 31, 2009 Posted by | ESCORTE - GUIA DE COMPRA | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

GUIA PARA COMPRA DO MONZA…

 

O Monza sofreu sua segunda cirurgia plástica para o modelo 1988 e, pelo menos dessa vez, a GM preservou seus consumidores e não lançou mão da malfadada estratégia da “Fase II”, que utilizara em 1985 (ver Monza, parte I). O carro recebeu pequenos retoques, como lentes retas nos faróis, nova grade, novo spoiler, nova grafia do painel, novos revestimentos, entre outras mudanças, mas todas como versão 1988. O Classic, por exemplo, vinha com lanternas traseiras diferenciadas, separadas por um aplique que passava por trás da placa. As rodas eram de aro 14 e a versão vinha completa de fábrica. Nesse mesmo ano a GM decreta o fim definitivo do Monza Hatch, quando o S/R sai de linha. monza

Aqui cabe uma curiosidade interessante. Houve a suspensão de um lote de exportação, que seria destinado ao mercado venezuelano. Os carros, inclusive, contavam com muitas peças fabricadas naquele país, que entraram por aqui em regime de “draw-back” (ou seja, só são importadas para serem montadas em carros destinados à exportação), como vidros, detalhes e… sistema de injeção eletrônica de combustível! Isso mesmo. Antes mesmo do lançamento oficial do Monza com injeção, em 1990, com a versão 500 EF, havia Monza Classic com injeção rodando no Brasil na mão de particulares. Os carros destinados à exportação que não dera certo foram adquiridos pelas concessionárias GM e vendidos a terceiros. Havia ainda Monza S/R com câmbio automático e injeção, que nunca foi apresentado oficialmente no Brasil. Há alguns desses carros ainda em circulação no Brasil, mas são bem raros.

Em 1990, aí sim é apresentada a versão 500 EF, nas cores vinho e verde escuro, em homenagem ao piloto Emerson Fittipaldi. Além de couro no interior, das faixas laterais adesivas e da cor exclusiva (apenas o verde escuro, pois a outra era de série), esta foi a versão que lançou oficialmente o sistema de injeção eletrônica na linha Monza.

Este seria o último ano em que o Monza apresentaria o mesmo desenho básico da versão alemã. Para prorrogar sua permanência no mercado nacional por mais alguns anos, a GM resolveu aplicar um face-lift na linha, que foi exclusivo para o mercado brasileiro. Na verdade na Europa o Monza (cuja denominação por lá era Ascona) estava ultrapassado e a Opel já estava em vias de apresentar outro modelo para substituí-lo, o Vectra (que aqui surgiu como modelo 1994).

Comprando um Monza usado

A compra de uma Monza dessa fase, assim como as primeiras unidades produzidas, depende muito mais do estado do veículo, propriamente dito, do que de defeitos inerentes ao produto e que poderiam estar presentes na hora da aquisição. Na verdade além dos cuidados que se deve ter com esses problemas intrínsecos, há o caso da idade avançada do veículo.

Entre os defeitos que poderiam estar presentes estão folga na caixa de direção e na cruzeta de ligação da coluna de direção com a barra de direção, nos modelos com regulagem de altura do volante, queima de óleo devido a problemas em retentores de válvulas, suspensão traseira arriada, escape vazando, problemas de trambulador e nos conjuntos elétricos do veículo. Com a idade, naturalmente a corrosão e o desgaste passam a fazer parte desse pacote.

O que não pode ser deixado de lado, nesse caso, é a relevância de algumas versões do ponto de vista de coleção, como os S/R, que nunca foram produzidos em grande quantidade e contavam com teto solar e bancos Recaro. A versão de “saída”, datada de 1988, é a única que conta com as mudanças introduzidas para aquele ano na linha, como as novas lanternas e faróis.

Outra versão rara é a S/R automática, citada no texto e que nunca foi comercializada oficialmente no Brasil, assim como as Classic com injeção pré-1990. Bom ressaltar que parte desses carros conta com cores diferenciadas e que também nunca foram lançadas no Brasil. Boa sorte!

fonte: http://www.webmotors.com.br

março 31, 2009 Posted by | MONZA - GUIA DE COMPRA | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

DICAS NA HORA DA COMPRA DO PALIO 1996-2000

 – O Palio foi lançado no Brasil em 1996, como um grande projeto da Fiat para os países em desenvolvimento – uma espécie de reedição do chamado carro mundial, que teve seu ápice na década de 80 (Ford Escort e Chevrolet Monza são bons exemplos). Tanto que hoje o modelo é produzido em locais tão distintos como Brasil, Polônia e África do Sul, Argentina e Turquia, entre outros. O Palio na verdade foi lançado para substituir o Uno, mas o bom desempenho do carro mais antigo em produção no Brasil mudou os planos da empresa.

O Palio surgiu nas versões básicas ED e EDX com motor de 1 litro e 2 válvulas por cilindro; intermediária EL com motor 1,5-litro e injeção multiponto e a topo-de-gama 1,6-litro 16V, com carroceria de duas ou quatro portas. Muitos eram os acessórios oferecidos, como ar-condicionado, toca-fitas integrado ao painel, rodas de liga, travamento automático das portas, vidros elétricos, direção hidráulica e muitos outros. E é justamente essa grande lista de opcionais a responsável por variações de preço entre carros do mesmo ano-modelo e mesma versão. Mas a Fiat tem como hábito realizar mudanças repentinas em sua linha, mesmo que com pouco tempo de produção. E o Palio, com apenas dois anos de mercado, já se passava por isso.

Em 1998 as versões ED e EDX já deixavam de ser produzidas, para dar lugar às novas EX e ELX. Na hora de comprar um Palio usado, é bom que se saiba que entre novembro de 1998 e março de 1999 foram importadas unidades da Argentina, identificadas pelo número de chassi, que começa com 8 nessas versões (chassis de carros fabricados no Brasil começam com 9). Em 1999 o carro ganha faróis com refletores duplos e lentes de policarbonato; em maio chega ao mercado a série especial 500 Anos, em alusão ao aniversário de descobrimento do Brasil.

Em novembro é crido o Palio 1.0 Citymatic, com embreagem automática. Mas essa versão teve vida curta e já em agosto de 2000 é retirada de linha. O ano 2000 é marcado por alguns lançamentos na linha. O EL com motor 1,5-litro deixa de ser produzido, dando lugar ao EL 1,6 litro com injeção monoponto; O EX sai de linha, pois é lançado o Young, a nova versão de entrada. E o Palio ganha motor Fire 1,3-litro 16V – mas a carroceria do modelo estava para ser modificada e o 1,3 dessa primeira geração só foi produzido entre março e setembro de 2000.

CUIDADOS ESPECIAS NA HORA DA COMPRA

Antes de partir para esse tópico, cabe aqui uma explicação importante. Nas matérias dessa série o objetivo não é apontar defeitos do carro, mas sim os cuidados que devem ser tomados na hora da compra, tendo como base os relatos de problemas enfrentados por proprietários do veículo em questão. O fato de alguns problemas serem relacionados não significa que todos os carros da linha os tenham apresentado – mas, sim, que alguns deles apresentaram tais defeitos. Então, baseando-se nos casos relatados aqui, na hora de comprar seu Palio usado cheque se o que foi alvo de um bom número de reclamações não está no carro desejado. De uma maneira geral o Palio agrada aos proprietários.

Desde que seja feita a manutenção preventiva de acordo com a recomendação da fábrica, o modelo pode rodar bastante sem problemas. Por isso, na hora de comprar um usado, cheque se o veículo passou por revisões periódicas, mesmo que em oficinas independentes. A troca da correia dentada a cada 50 mil km é essencial. Em caso de rompimento da mesma, os estragos são grandes e onerosos.

Existe o registro de entrada de água nas portas em algumas versões, particularmente nos de quatro portas. Outras ocorrências relatadas por usuários do Palio apontam defeitos nos limpadores de pára-brisa e nos esguichos; o acabamento interno, principalmente das versões mais baratas, pode apresentar problemas de desgaste acentuado do material do volante e manopla do câmbio, além dos tecidos dos bancos, que podem descorar ou descosturar. Um desgaste anormal dos trilhos dos bancos dianteiros de algumas unidades duas-portas pode fazer o banco recuar repentinamente em acelerações bruscas.

Observe se o sistema de embreagem não apresenta trepidações, que ocorrem em alguns Palio com baixa quilometragem. Tal sintoma pode ser causado pelo disco, platô ou rolamento de embreagem, ou ainda do próprio cabo. Veja se o marcador de combustível está funcionando corretamente, pois há casos em que, mesmo com o tanque cheio, o ponteiro marca meio tanque ou ¾.

Em janeiro de 2001 a Fiat realizou recall do Palio 1.6 16V devido a possíveis problemas na tubulação de combustível no compartimento do motor. Foram convocados 45 mil carros, todos produzidos entre 1998 e 2000. É importante verificar se o modelo que lhe interessa e pertence a esse grupo participou do recall. E, finalmente, tenha em mente que a Fiat adotou uma calibração de freio que o torna extremamente sensível mesmo em frenagens em baixas velocidades, o que requer cuidado para evitar sustos. Mas é só uma questão de hábito. Boa compra!

Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/Guiadecompra_Conteudo.vxlpub?hnid=35553

 palio

FIAT PALIO 1.0 ELX .. BEBE POUCO E ANDA IGUAL

Em sua propaganda de lançamento, o Novo Palio tentou reforçar a idéia de que toda a emoção pode ser encontrada nele. A associação é sempre com emoções fortes, como a prática de esportes radicais. Isso é o que a fabricante espera que o consumidor sinta ao volante da versão 1.8R, mas o que dizer do modelo 1.0 ELX, quais são as emoções que ele transmite?
A primeira, comum a todas as versões, diz respeito ao desenho do modelo. Pelo fato de o Palio ser o carro-chefe da Fiat, pode-se dizer que a empresa arriscou ao alterá-lo. A nova aparência não é, de modo nenhum, unânime nem quanto ao acerto nem quanto ao erro, mas muitos colocam o carro ao lado de Mille e Palio Weekend como mais um exemplo de que o departamento de design da marca pode estar exagerando.

Se a dianteira remete aos novos Audi, a traseira do Palio lembra muito a do Daihatsu Charade. Os vincos, por toda a carroceria, especialmente na lateral, farão a delícia dos funileiros que precisarem ganhar mais algum no final do mês e atrapalharão um bocado os martelinhos de ouro, que devem ter dificuldades em reparar superfícies tão angulosas.

A segunda, já dentro do carro, será a satisfação com o acabamento, apesar de uma ou outra peça plástica desalinhada, o que, infelizmente, é comum até nos concorrentes nesta mesma faixa de preço. Com painéis de porta revestidos de tecido e plásticos com textura, a impressão é que uma cabine de carro de categoria superior, não fosse o entreeixos que denuncia o espaço interno reduzido.

Achar a melhor posição de dirigir é fácil, com a regulagem de altura do volante. O mundo ideal seria haver também regulagem de altura do banco e de distância da coluna de direção, mas o mundo ideal também costuma custar mais caro.

Aí, falando de preço, é que vem a terceira emoção diante do Palio 1.0 ELX: espanto. O modelo pelado (que só traz de extraordinário faróis de neblina e um excelente computador de bordo) começa nos R$ 29,16 mil. Isso na versão de duas portas. Se ele vier equipado com tudo que a versão avaliada trazia, ou seja, pintura metálica, toca-CD com MP3, ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, fechamento automático das portas e rodas de liga-leve, o preço pula para R$ 38,07 mil.

Um Renault Logan Privilège, com motor 1,6-litro, porta-malas de 500 l e os mesmos itens de conforto, sai por R$ 36,79 mil. E traz quatro portas, algo que, se o Palio também oferecer, eleva seu preço para R$ 39,65 mil.

Em movimento

Com o carro andando, o que se nota é um bom nível de silêncio interno, com o desempenho que se pode esperar de um motor de 1-litro. Mesmo assim, não dá para negar que o motor Fire fez ao Palio muito bem desde que foi adotado. Apesar de não ser novidade, este motor gira com gosto e compensa em parte a própria falta de potência com bastante disposição em responder.

A resposta, é lógico, não é de animar nenhum apaixonado por desempenho, mas traz suas recompensas na hora de abastecer. Com álcool, o Palio pode chegar a 10 km/l na cidade, dependendo do pé, e na estrada ele surpreende. Gasta muito pouco. Em determinados trechos, ele chega a fazer 18 km/l, com gasolina.

Por privilegiar o conforto, o Palio pode dar a impressão de ser instável, mas não é. Nas curvas ele tomba mais do que seria desejável, mas se mantém firme na trajetória.

Motivo de queixa freqüente nos primeiros Fiat, o câmbio atualmente é muito suave, mas fica devendo em precisão dos engates, talvez justamente por conta da maciez que a marca italiana teve de provar que consegue oferecer.

Em termos de espaço interno, ele é compatível com o dos concorrentes, sendo até um pouquinho melhor, por conta da altura do Palio, mas nada que o coloque em vantagem exagerada. É um carro que, entre os de seu segmento, proporciona o conforto que se pode esperar. Nem mais nem menos.

FICHA TÉCNICA – Fiat Palio 1.0 ELX

 


MOTOR Quatro tempos, quatro cilindros em linha, transversal, duas válvulas por cilindro, comando no cabeçote (OHC) e refrigeração a água, 999 cm³
POTÊNCIA 66 cv (com álcool) e 65 cv (com gasolina) a 6.000 rpm
TORQUE 9,2 kgm (com álcool) e 9,1 kgm (com gasolina) a 2.500 rpm
CÂMBIO Manual de cinco velocidades
TRANSMISSÃO Dianteira
DIREÇÃO Hidráulica, por pinhão e cremalheira
RODAS Dianteiras e traseiras em aro 14”, de liga-leve
PNEUS Dianteiros e traseiros 175/65 R14
COMPRIMENTO 3,85 m
ALTURA 1,43 m
LARGURA 1,64 m
ENTREEIXOS 2,37 m
PORTA-MALAS 290 l
PESO (em ordem de marcha) 950 kg
TANQUE 48 l
SUSPENSÃO Dianteira independente, tipo McPherson; traseira com braços oscilantes
FREIOS Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
CONSUMO Consumo urbano de 9,1 km/l (com álcool) e 12,9 km/l (com gasolina); consumo rodoviário de 12,7 km/l (com álcool) e 17,1 km/l (com gasolina)
PREÇO  N/D

 

 

março 28, 2009 Posted by | PALIO - MATÉRIAS | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

   

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