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DICAS NA HORA DA COMPRA DO PALIO 1996-2000

 – O Palio foi lançado no Brasil em 1996, como um grande projeto da Fiat para os países em desenvolvimento – uma espécie de reedição do chamado carro mundial, que teve seu ápice na década de 80 (Ford Escort e Chevrolet Monza são bons exemplos). Tanto que hoje o modelo é produzido em locais tão distintos como Brasil, Polônia e África do Sul, Argentina e Turquia, entre outros. O Palio na verdade foi lançado para substituir o Uno, mas o bom desempenho do carro mais antigo em produção no Brasil mudou os planos da empresa.

O Palio surgiu nas versões básicas ED e EDX com motor de 1 litro e 2 válvulas por cilindro; intermediária EL com motor 1,5-litro e injeção multiponto e a topo-de-gama 1,6-litro 16V, com carroceria de duas ou quatro portas. Muitos eram os acessórios oferecidos, como ar-condicionado, toca-fitas integrado ao painel, rodas de liga, travamento automático das portas, vidros elétricos, direção hidráulica e muitos outros. E é justamente essa grande lista de opcionais a responsável por variações de preço entre carros do mesmo ano-modelo e mesma versão. Mas a Fiat tem como hábito realizar mudanças repentinas em sua linha, mesmo que com pouco tempo de produção. E o Palio, com apenas dois anos de mercado, já se passava por isso.

Em 1998 as versões ED e EDX já deixavam de ser produzidas, para dar lugar às novas EX e ELX. Na hora de comprar um Palio usado, é bom que se saiba que entre novembro de 1998 e março de 1999 foram importadas unidades da Argentina, identificadas pelo número de chassi, que começa com 8 nessas versões (chassis de carros fabricados no Brasil começam com 9). Em 1999 o carro ganha faróis com refletores duplos e lentes de policarbonato; em maio chega ao mercado a série especial 500 Anos, em alusão ao aniversário de descobrimento do Brasil.

Em novembro é crido o Palio 1.0 Citymatic, com embreagem automática. Mas essa versão teve vida curta e já em agosto de 2000 é retirada de linha. O ano 2000 é marcado por alguns lançamentos na linha. O EL com motor 1,5-litro deixa de ser produzido, dando lugar ao EL 1,6 litro com injeção monoponto; O EX sai de linha, pois é lançado o Young, a nova versão de entrada. E o Palio ganha motor Fire 1,3-litro 16V – mas a carroceria do modelo estava para ser modificada e o 1,3 dessa primeira geração só foi produzido entre março e setembro de 2000.

CUIDADOS ESPECIAS NA HORA DA COMPRA

Antes de partir para esse tópico, cabe aqui uma explicação importante. Nas matérias dessa série o objetivo não é apontar defeitos do carro, mas sim os cuidados que devem ser tomados na hora da compra, tendo como base os relatos de problemas enfrentados por proprietários do veículo em questão. O fato de alguns problemas serem relacionados não significa que todos os carros da linha os tenham apresentado – mas, sim, que alguns deles apresentaram tais defeitos. Então, baseando-se nos casos relatados aqui, na hora de comprar seu Palio usado cheque se o que foi alvo de um bom número de reclamações não está no carro desejado. De uma maneira geral o Palio agrada aos proprietários.

Desde que seja feita a manutenção preventiva de acordo com a recomendação da fábrica, o modelo pode rodar bastante sem problemas. Por isso, na hora de comprar um usado, cheque se o veículo passou por revisões periódicas, mesmo que em oficinas independentes. A troca da correia dentada a cada 50 mil km é essencial. Em caso de rompimento da mesma, os estragos são grandes e onerosos.

Existe o registro de entrada de água nas portas em algumas versões, particularmente nos de quatro portas. Outras ocorrências relatadas por usuários do Palio apontam defeitos nos limpadores de pára-brisa e nos esguichos; o acabamento interno, principalmente das versões mais baratas, pode apresentar problemas de desgaste acentuado do material do volante e manopla do câmbio, além dos tecidos dos bancos, que podem descorar ou descosturar. Um desgaste anormal dos trilhos dos bancos dianteiros de algumas unidades duas-portas pode fazer o banco recuar repentinamente em acelerações bruscas.

Observe se o sistema de embreagem não apresenta trepidações, que ocorrem em alguns Palio com baixa quilometragem. Tal sintoma pode ser causado pelo disco, platô ou rolamento de embreagem, ou ainda do próprio cabo. Veja se o marcador de combustível está funcionando corretamente, pois há casos em que, mesmo com o tanque cheio, o ponteiro marca meio tanque ou ¾.

Em janeiro de 2001 a Fiat realizou recall do Palio 1.6 16V devido a possíveis problemas na tubulação de combustível no compartimento do motor. Foram convocados 45 mil carros, todos produzidos entre 1998 e 2000. É importante verificar se o modelo que lhe interessa e pertence a esse grupo participou do recall. E, finalmente, tenha em mente que a Fiat adotou uma calibração de freio que o torna extremamente sensível mesmo em frenagens em baixas velocidades, o que requer cuidado para evitar sustos. Mas é só uma questão de hábito. Boa compra!

Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/Guiadecompra_Conteudo.vxlpub?hnid=35553

 palio

FIAT PALIO 1.0 ELX .. BEBE POUCO E ANDA IGUAL

Em sua propaganda de lançamento, o Novo Palio tentou reforçar a idéia de que toda a emoção pode ser encontrada nele. A associação é sempre com emoções fortes, como a prática de esportes radicais. Isso é o que a fabricante espera que o consumidor sinta ao volante da versão 1.8R, mas o que dizer do modelo 1.0 ELX, quais são as emoções que ele transmite?
A primeira, comum a todas as versões, diz respeito ao desenho do modelo. Pelo fato de o Palio ser o carro-chefe da Fiat, pode-se dizer que a empresa arriscou ao alterá-lo. A nova aparência não é, de modo nenhum, unânime nem quanto ao acerto nem quanto ao erro, mas muitos colocam o carro ao lado de Mille e Palio Weekend como mais um exemplo de que o departamento de design da marca pode estar exagerando.

Se a dianteira remete aos novos Audi, a traseira do Palio lembra muito a do Daihatsu Charade. Os vincos, por toda a carroceria, especialmente na lateral, farão a delícia dos funileiros que precisarem ganhar mais algum no final do mês e atrapalharão um bocado os martelinhos de ouro, que devem ter dificuldades em reparar superfícies tão angulosas.

A segunda, já dentro do carro, será a satisfação com o acabamento, apesar de uma ou outra peça plástica desalinhada, o que, infelizmente, é comum até nos concorrentes nesta mesma faixa de preço. Com painéis de porta revestidos de tecido e plásticos com textura, a impressão é que uma cabine de carro de categoria superior, não fosse o entreeixos que denuncia o espaço interno reduzido.

Achar a melhor posição de dirigir é fácil, com a regulagem de altura do volante. O mundo ideal seria haver também regulagem de altura do banco e de distância da coluna de direção, mas o mundo ideal também costuma custar mais caro.

Aí, falando de preço, é que vem a terceira emoção diante do Palio 1.0 ELX: espanto. O modelo pelado (que só traz de extraordinário faróis de neblina e um excelente computador de bordo) começa nos R$ 29,16 mil. Isso na versão de duas portas. Se ele vier equipado com tudo que a versão avaliada trazia, ou seja, pintura metálica, toca-CD com MP3, ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, fechamento automático das portas e rodas de liga-leve, o preço pula para R$ 38,07 mil.

Um Renault Logan Privilège, com motor 1,6-litro, porta-malas de 500 l e os mesmos itens de conforto, sai por R$ 36,79 mil. E traz quatro portas, algo que, se o Palio também oferecer, eleva seu preço para R$ 39,65 mil.

Em movimento

Com o carro andando, o que se nota é um bom nível de silêncio interno, com o desempenho que se pode esperar de um motor de 1-litro. Mesmo assim, não dá para negar que o motor Fire fez ao Palio muito bem desde que foi adotado. Apesar de não ser novidade, este motor gira com gosto e compensa em parte a própria falta de potência com bastante disposição em responder.

A resposta, é lógico, não é de animar nenhum apaixonado por desempenho, mas traz suas recompensas na hora de abastecer. Com álcool, o Palio pode chegar a 10 km/l na cidade, dependendo do pé, e na estrada ele surpreende. Gasta muito pouco. Em determinados trechos, ele chega a fazer 18 km/l, com gasolina.

Por privilegiar o conforto, o Palio pode dar a impressão de ser instável, mas não é. Nas curvas ele tomba mais do que seria desejável, mas se mantém firme na trajetória.

Motivo de queixa freqüente nos primeiros Fiat, o câmbio atualmente é muito suave, mas fica devendo em precisão dos engates, talvez justamente por conta da maciez que a marca italiana teve de provar que consegue oferecer.

Em termos de espaço interno, ele é compatível com o dos concorrentes, sendo até um pouquinho melhor, por conta da altura do Palio, mas nada que o coloque em vantagem exagerada. É um carro que, entre os de seu segmento, proporciona o conforto que se pode esperar. Nem mais nem menos.

FICHA TÉCNICA – Fiat Palio 1.0 ELX

 


MOTOR Quatro tempos, quatro cilindros em linha, transversal, duas válvulas por cilindro, comando no cabeçote (OHC) e refrigeração a água, 999 cm³
POTÊNCIA 66 cv (com álcool) e 65 cv (com gasolina) a 6.000 rpm
TORQUE 9,2 kgm (com álcool) e 9,1 kgm (com gasolina) a 2.500 rpm
CÂMBIO Manual de cinco velocidades
TRANSMISSÃO Dianteira
DIREÇÃO Hidráulica, por pinhão e cremalheira
RODAS Dianteiras e traseiras em aro 14”, de liga-leve
PNEUS Dianteiros e traseiros 175/65 R14
COMPRIMENTO 3,85 m
ALTURA 1,43 m
LARGURA 1,64 m
ENTREEIXOS 2,37 m
PORTA-MALAS 290 l
PESO (em ordem de marcha) 950 kg
TANQUE 48 l
SUSPENSÃO Dianteira independente, tipo McPherson; traseira com braços oscilantes
FREIOS Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
CONSUMO Consumo urbano de 9,1 km/l (com álcool) e 12,9 km/l (com gasolina); consumo rodoviário de 12,7 km/l (com álcool) e 17,1 km/l (com gasolina)
PREÇO  N/D

 

 

março 28, 2009 Posted by | PALIO - MATÉRIAS | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

   

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