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CUIDADOS COM A SUSPENÇÃO:

 Conheça quais são os sinais de desgaste desse sistema tão importante e saiba como mantê-lo bem cuidado

 

 

A suspensão é um sistema que tem a função de absorver as vibrações e choques das rodas, proporcionando conforto aos ocupantes do veículo e garantindo o contato das rodas com o solo. E mais importante: é elemento vital para assegurar os níveis pretendidos de estabilidade do veículo, nas freadas, em curvas, e em situações onde o melhor comportamento do veículo é solicitado de forma crítica.

 É vital para a segurança ativa do veículo, ajudando a não comprometer a integridade física do usuário.

Formada por uma série de componentes (amortecedores, molas, bandejas, braços, pivôs, buchas, barra estabilizadora e bieletas), a suspensão sofre desgaste natural com o uso, podendo prejudicar o desempenho do veículo que fica mais vulnerável ao fazer curvas, ao trafegar em solos irregulares e outras situações comuns em estradas e ruas do País.

Por isso, é fundamental que o motorista fique atento aos sinais que indicam a necessidade de substituição desses importantes componentes. Formas de dirigir mais agressivas podem provocar um desgaste maior e prematuro da suspensão. É diferente passar por buracos e crateras de uma maneira cuidadosa em baixa velocidade do que frear bruscamente ou simplesmente ignorar esses obstáculos sem reduzir a velocidade.   Imagine esse hábito sendo repetido todos os dias, não há suspensão que agüente o tranco. A não ser no caso dos veículos produzidos para enfrentar solos acidentados, como os 4X4. Sendo assim, o melhor a fazer é maneirar quando não der para desviar desses inconvenientes, mas inimigos permanentes dos automóveis.    Para ajudar a identificar os problemas e sintomas que podem ocorrer na suspensão, veja algumas dicas:

  • Amortecedores
    Problema: amortecedores gastos deixam de exercer a sua função e ficam sem ação, o que leva ao desgaste prematuro dos componentes da suspensão.Sintoma: Veículo sem estabilidade e barulho na suspensão.
  • Molas
    Problema: quando estão gastas ficam sem ação e provocam o desgaste prematuro dos componentes da suspensão. Sintoma: veículo sem estabilidade e barulho na suspensão.
  • Bandejas e braços
    Problema: danificadas e buchas gastas. Sintoma: barulho na suspensão e dirigibilidade comprometida.
  • Pivôs e buchas
    Problema: folga ou gastos. Sintoma: Barulho na suspensão.
  • Barra estabilizadora e bieletas
    Problema: folga ou gastos. Sintoma: veículo sem estabilidade e barulho na suspensão.

Prevenção

  • Antes de mais nada, não ignore os sinais (acima mencionados) que o seu veículo estiver emitindo para você.
  • Siga rigorosamente a quilometragem especificada pelo fabricante para a manutenção preventiva, alinhamento e balanceamento dos pneus.
  • Não modifique a originalidade da suspensão (diminuir o comprimento das molas, alterar diâmetro de rodas/pneus, etc). Lembre-se que o fabricante investiu muito tempo, conhecimento e dinheiro para produzir o seu veículo e garantir sua segurança e desempenho. Alterações na sua estrutura, principalmente nos itens que afetam diretamente a segurança, são muito arriscadas.

Ou seja, o sistema de suspensão é considerado parte integrante da segurança veicular ativa dos veículos e responsável por suavizar as trepidações do conjunto pneu/roda com o solo, garantindo a dirigibilidade e estabilidade do veículo. Portanto, cuide bem para manter o seu veículo sempre seguro.  FONTE: (http://www.corsateam.com.br/cuidados-com-sua-suspensao/)

LIMPEZA DO SEU AUTO

 

 

Para muitos, o sábado de sol é dia de praia, passeios, reunião com os amigos ou simplesmente uma ocasião para relaxar e não fazer nada. Mas para muitos motoristas, sábado é dia de lavar o carro. E olha que tem gente que segue um verdadeiro ritual que só termina quando o último grão de poeira sair da
lataria. Se você é do tipo que gosta de limpar o próprio carro, saiba que alguns cuidados são fundamentais.

 

  primeiro passo é a lavagem externa. O proprietário da Dry Mobil, Fabrício Fonseca, alerta que o uso de xampu neutro e água corrente evita que a pintura perca o brilho e sofra com arranhões provocados pela areia.

É importante usar um xampu neutro para carro pois ele não ataca a proteção de pintura que alguns veículos possuem. Além disso, eu aconselho sempre a usar água corrente para limpar o veículo.

Quem usa balde corre o risco de ter a pintura arranhada. Na hora que a esponja suja é mergulhada no balde, a areia sai e se deposita no recipiente. Corre-se o risco de mergulhar a esponja de novo no balde alguns grãos de areia serem esfregados no carro, arranhando a pintura, explicou Fabrício.

Outro cuidado básico está na hora de limpar os vidros, principalmente nos veículos com película. Nesse caso, um pano úmido é o ideal para limpar acompanhado de um outro pano seco para enxugar o local. Fabrício dá a dica de usar fraldas, que são ideais para esse tipo de limpeza.

O mesmo cuidado vale para o vidro traseiro equipado com desembaçadores. Nesse caso, mesmo carros sem películas devem ter o vidro traseiro tratado com cuidado para que nenhum filamento se rompa.

Já o painel do carro pode ser limpo com um pano úmido apenas. Em caso de muita sujeira, um sabão de coco dá conta do recado. Fabrício alega que não utiliza produtos a base de silicone pois a superfície fica oleosa e em contato com a poeira cria-se uma camada de sujeira.

Já o uso de ceras, tanto líquidas quanto pastosas, fica a critério pessoal de cada um. No entanto, Fabrício alerta que é preciso saber se o carro possui proteção de pintura. Caso tenha, é recomendado usar apenas uma cera líquida. Do contrário, uma cera pastosa é o ideal para dar uma trato no visual.

De toda forma, o proprietário da Dry Mobil alerta que é preciso procurar uma empresa especializada em lavagem para retirar aquela sujeira mais grossa. O barro que se acumula nas caixas das rodas pode, a longo prazo, comprometer o bom funcionamento da suspensão. O ideal é usar um forte jato de água para remover o excesso de sujeira.

FIQUE POR DENTRO  
Use sempre xampu neutro para a limpeza externa do veículo  

Evite usar baldes na hora da limpeza. A areia tende a se acumular no interior do recipiente e grudar na esponja e poderá arranhar a pintura do veículo. Prefira usar sempre água corrente.

Se o carro possuir película nos vidros, utilize apenas um pano úmido para limpar e um pano seco para secar. O uso de jornal pode arranhar e película e deixá-la fosca.

A limpeza interna do vidro traseiro, onde há os filamentos
do desembaçador elétrico, deve ser feita com um pano úmido e a secagem deve ser realizada com cuidado para não estragar
os filamentos.

Prefira limpar o painel do carro apenas com água ou, em caso de sujeira grossa, com um sabão de coco. Muitos limpadores a base de silicone deixam a superfície oleosa facilitando o acúmulo de poeira.

QUANTO CUSTA EM MEDIA;

Xampu neutro: R$ 7,00 a R$ 12,00 (embalagem com litro) Cera pastosa: R$ 5,00 a R$ 10,00
Cera líquida: R$ 10,00 a R$ 13,00
Pacote de fraldas (usada para secar: R$ 7,00 a 12,00 (contendo 3 unidades)
Limpeza completa (incluindo motor e cera): R$ 70,00
Limpeza vip (bancos, teto, interior completo): R$ 300,00

Limpeza Interna

- Tecido (bancos e assentos), utilizar água com sabão liquido.
Para retirar pelos de animais e pequenas sujeiras, use um aspirador ou uma fita plástica enrolada na mão, com a cola virada para fora e pressione sobre o lugar a ser limpo, a sujeira vai colar na fita.Quando sentir que a fita não tem mais efeito, troque por um novo pedaço e continue.

- Plásticos (painel de bordo, guarnições das portas e tecidos do teto) utilizar agua adicionada com sabão liquido ou excepcionalmente, álcool desnaturado (depois de ter feito um teste numa área não visível).

- Deve evitar-se o mais possível o uso de detergentes que contenham solventes.

- Deve-se limpar sempre várias vezes com um pano macio limpo e evitando molhar demais.

Vidros

Nunca utilize palhas de aço para limpar os vidro de seu automóvel.

Use limpa-vidros ou álcool com jornal, que não deixa vestígios de fiapos como o pano.

Se o vidro traseiro possui desembaçador, cuidado ao limpar a parte interna.

Jamais utilize produtos abrasivos, nem encoste objetos pontudos ou cortantes, para não danificar os filetes de aquecimento.

Carroceria

Importante

Eliminar o mais rapidamente possível excrementos de aves, insetos, manchas de piche, e de gordura pois tudo isto contem substâncias que provocam grandes danos à pintura.

O que não se deve fazer:

- limpar a carroceria a seco.

- usar gasolina, querosene ou tira manchas para tecidos na limpeza da pintura, assim como nas peças de plástico.

- raspar as manchas de piche, insetos mortos ou outra sujeira que tenha aderido à pintura.

- lavar a carroceria quente ou ao sol .

- limpar os faróis com panos secos ou abrasivos ou com produtos detergentes ou solventes.

- deixar acumular sujeira na carroceria.

- andar frequentemente na lama sem lavar as partes de baixo do veiculo e o interior dos para-lamas.

- as peças em plástico não deverão ser polidas.

- usar produtos que contenham silicones.

(http://www.corsateam.com.br/cuidados-com-sua-suspensao/)

 PARA OS AMANTES DO FIAT UNO:

Fiat Uno 2009 – Projeto B pode ser a nova versão do Uno

A Fiat confirmou oficialmente um novo carro urbano compacto para 2009. Este modelo provavelmente será chamado de Uno, assim como o tradicional modelo projetado por Giugiaro no início dos anos 80.
Com a nova onda das principais montadoras estarem desenvolvendo modelos de baixo custo, a Fiat também prepara o seu. O novo modelo terá como principal destaque o baixo consumo, baixo custo e um design italiano inovador.

 

O novo Uno, ou projeto B como vem sendo chamado, ocuparia uma posição no mercado europeu entre o novo Fiat 500 e o consagrado Grande Punto. 
Por aqui, ficamos na expectativa de que este seja um novo modelo mundial e também chegue ao Brasil. Em breve, mais informações sobre o novo Uno.
 
 

  CELTA x FIAT UNO?

VEJA O QUE UM FÃ DISSE;

 

(COMENTARIO DE UM FÃ – E NÃO DA AUTO PEÇAS)
o celta nao ta ganhando tanto mercado nao… normalmente ele perde até do fox nos ranking de vendas… quer carro pior do que fox? e ainda vende bem aquepa m#@*a!!!
o mille tem alternado entre a terceira e a quinta posição há varios meses… nos ultimos 2 meses é que ele caiu um pouco.. acho q no ultimo ranking ficou em sexto…
o celta perde do mille em consumo, desempenho, espaço interno, visibilidade entre outras coisas…. em velocidades acima dos 110km/h o celta grita muito enquanto o uno é relativamente silencioso… o mille faz de 1 a 2 km/l a mais que o celta, e anda mais… isso pra mim já é ponto positivo numa categoria onde qualquer 50 reais de diferença vende o carro.
mesmo assim por ter projeto mais (muito) antigo o mille perde espaço no mercado… isso é natural… são quase 25 anos de vendas com exatamente o mesmo projeto (face lift de 2004 nao conta).
eu concordo que o mille precisa mudar, por questoes de mercado e normas de segurança passiva… torço muito para que o novo compacto herde o nome “Uno”… mas discordo que o mille atual seja um carro ruim (inclusive tenho um fire flex 06/07 que só me dá alegrias). 

Fiat Uno Mille Economy

Marca promete mais economia de combustível e resgata o “econômetro”. Mas será que o Mille realmente gasta menos? Veja nosso teste

 

 

o celta nao ta ganhando tanto mercado nao… normalmente ele perde até do fox nos ranking de vendas… quer carro pior do que fox? e ainda vende bem aquepa m#@*a!!!
o mille tem alternado entre a terceira e a quinta posição há varios meses… nos ultimos 2 meses é que ele caiu um pouco.. acho q no ultimo ranking ficou em sexto…
o celta perde do mille em consumo, desempenho, espaço interno, visibilidade entre outras coisas…. em velocidades acima dos 110km/h o celta grita muito enquanto o uno é relativamente silencioso… o mille faz de 1 a 2 km/l a mais que o celta, e anda mais… isso pra mim já é ponto positivo numa categoria onde qualquer 50 reais de diferença vende o carro.
mesmo assim por ter projeto mais (muito) antigo o mille perde espaço no mercado… isso é natural… são quase 25 anos de vendas com exatamente o mesmo projeto (face lift de 2004 nao conta).
eu concordo que o mille precisa mudar, por questoes de mercado e normas de segurança passiva… torço muito para que o novo compacto herde o nome “Uno”… mas discordo que o mille atual seja um carro ruim (inclusive tenho um fire flex 06/07 que só me dá alegrias). 

Fiat Uno Mille Economy

Marca promete mais economia de combustível e resgata o “econômetro”. Mas será que o Mille realmente gasta menos? Veja nosso teste

 

 

 

 

  

 

 

 

Ulisses Cavalcante | Fonte: Editoria Zap
Fotos: Ulisses CavalcanteMille mudou pouco por fora. Versão quatro-portas pesa 840 kg

A Fiat apresentou o Mille Economy em agosto afirmando que o “novo” carro seria até 10% mais econômico que a versão anterior. De acordo com a fabricante, uma série de mudanças mecânicas, novos ajustes na suspensão e pneus exclusivos para o modelo garantem menor consumo de combustível e menos poluição.

O ZAP avaliou a novidade no trânsito de São Paulo. Enchemos o tanque com álcool e fomos passear, alternando congestionamentos nos horários de pico com a tranqüilidade do tráfego da madrugada. Conseguimos a média de 12 km/l. Na estrada, a marca foi de 15 km/l.

Em ciclo urbano, a Fiat divulga que o Uno Mille pode fazer 11,1 km/l se abastecido com álcool e 15,6 km/l com gasolina. Na estrada, são 22 km/l com o combustível fóssil e 15,6 km/l com o vegetal. São resultados mais otimistas que os divulgados para o Mille anterior.

Fiat divulga que o porta-malas comporta 290 litros

MECÂNICA – Para reduzir o consumo de combustível, a Fiat promoveu algumas mudanças. O motor teve de emagrecer. Válvulas e bielas ficaram mais leves, assim como a carga das molas das válvulas, artimanha que reduziu a energia necessária para movimentar essas peças. O novo coletor de escapamento de maior volume elimina os gases de forma mais eficaz. Além disso, a marcha lenta foi reduzida de 850 rpm para 750 giros.

O óleo de motor foi substituído por um fluido menos viscoso (5W30) para reduzir o atrito interno. E neste item o consumidor é afetado por pagar mais na hora da substituição. O litro do novo óleo sintético custa cerca de R$ 30, bem mais caro que o anterior.

Tanque de combustível comporta 50 litros

A transmissão teve a quinta marcha alongada (relação de 0,838) para diminuir a rotação do motor nas estradas, o que deixou o carro ligeiramente mais silencioso. Já a suspensão teve mudanças na geometria para reduzir a resistência à rolagem. Este componente trabalha em conjunto com os novos pneumáticos produzidos pela Bridgestone, na medida 165/70R13.

Com banda de rodagem mais estreita (até o começo de 2008 a medida era 175/70), estes pneus são 5% mais leves. O B250 série 70 usa compostos de borracha que reduzem o peso do pneu e também a resistência ao rolamento. E mais uma vez o problema está na troca. Em pesquisa feita em São Paulo, o ZAP teve dificuldades para encontrar o Bridgestone B250. Nas cinco lojas procuradas pela reportagem, todas ofereceram o Firestone F570 (que custa entre R$ 150 e R$ 180) para substituir os pneumáticos de fábrica.

AO VOLANTE – Por dentro a novidade está no painel de instrumentos com a adoção de um novo medidor chamado de “econômetro”. A Fiat resgatou o apelido utilizado em 1977 pela GM ao instalar um medidor parecido no Opala – que captava o vácuo criado pelo carburador. Teoricamente, o instrumento deve indicar a faixa ideal de consumo para auxiliar o motorista na maneira de conduzir o veículo. Se o ponteiro está na área verde, você está numa condição econômica de funcionamento. No amarelo, dá para melhorar. Mas, na prática, não é bem assim.

Econômetro indica o consumo instantâneo. Na faixa verde, o consumo é considerado “ideal”

O ideal não é tentar manter o ponteiro o tempo todo na faixa verde. A tarefa é praticamente impossível e inviável no trânsito real, pois o instrumento indica o consumo instantâneo do veículo medindo a quantidade de combustível enviada ao motor pelos bicos injetores. Por isso, o equipamento marca apenas o gasto instantâneo. Para conter o consumo de combustível, fique atento ao consumo médio.

Para economizar, basta não abusar do acelerador. Acelere progressivamente e não deixe a rotação do motor ultrapassar os 3.000 giros no tráfego urbano. No anda-e-pára das cidades, aproveite o torque do motor usando a transmissão, sem acelerar.

No interior, modelo 2009 tem novidades apenas no painel de instrumentos e tecidos dos bancos

VISUAL – No design, as mudanças para 2009 são poucas. A grade do radiador recebeu detalhes cromados e as lanternas traseiras ganharam tom escurecido. Os pára-choques vêm pintados na cor da carroceria e os assentos têm novos tecidos.

O Uno Mille destas fotos dificilmente será encontrado nas lojas. Trata-se de uma unidade completa, equipada com rodas de liga leve e o kit Celebration, que traz direção hidráulica, ar-condicionado, travas e vidros elétricos, limpador e desembaçador do vidro traseiro e toca-discos. Tudo isso eleva o valor do carro para R$ 32.104.

Básico, sem opcionais, a versão quatro-portas sai por R$ 25.210, enquanto a duas-portas começa em R$ 23.470. Recentemente o Mille recuperou o título de carro mais barato do Brasil, pois o Effa M100 ficou mais caro. Entretanto, o Mille não é o mais econômico do país. O Kia Picanto fez, segundo medições da revista Autoesporte, 18,3 km/h.
SERVIÇO
A reportagem consultou a Bridgestone Firestone, que afirmou ter uma grande demanda pelos pneus. No entanto, o B250 está disponível nas principais praças por encomenda. Se você tiver dificuldades para achar os pneumáticos, procure a central de relacionamento da empresa pelo telefone
0800 161718.

O telefone da Fiat é 0800 70 71000. FONTE: (http://web04.zap.com.br)

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Corsa GL: Cabeçote e Suspensão

 

 

 

  

 

O remapeamento de injeção e ignição, desde que bem-feito e realizado especificamente para seu motor, traz um ganho perceptível em torque e potência, da ordem de 5%. Deve-se evitar a compra de chips já reprogramados, pois o ganho do remapeamento está justamente em ajustar a injeção a seu carro e modo de dirigir. A compra de chips prontos traz resultados inferiores aos de um remapeamento específico. A remoção do catalisador, com consequente redução da restrição aos gases de escapamento, é benéfica para o desempenho — aliada ao remapeamento, bem entendido — mas certamente trará problemas numa vistoria de trânsito. Sugerimos apenas a adaptação da injeção, cujo preço oscila na faixa dos R$ 400.

 

O retrabalho no cabeçote deve ser efetuado com critério para não prejudicar o torque. Consiste em polir e aumentar o diâmetro dos dutos de admissão e escapamento e, em certos casos, substituir as válvulas por outras de maior diâmetro. O objetivo é reduzir a restrição à passagem do ar, mas o efeito só é sentido em rotações mais altas, e em baixos regimes o funcionamento pode até piorar.

 

O simples polimento dos dutos pode resultar em aumento do consumo e das emissões e piora no desempenho. A eliminação das rugosidades de seu interior reduz a turbulência do escoamento e por consequência a emulsificação (mistura com o ar) do combustível, o que compromete a queima e traz efeitos indesejáveis. Nos motores modernos, contudo, sobretudo com injeção multiponto — em que a mistura ocorre praticamente na entrada dos cilindros –, a mistura depende pouco da rugosidade dos dutos.

 

Obter um bom resultado pode exigir a troca dos coletores de escapamento e admissão por outros apropriados ao novo escoamento de ar permitido pelo cabeçote. Assim, se a área de admissão e escapamento for aumentada no cabeçote, os coletores devem ter os diâmetros de duto aumentados para que não se transformem no “gargalo” do sistema. Da mesma forma deve-se pensar na borboleta de admissão, pois área de passagem de ar insuficiente também prejudica o fluxo e reduz os ganhos com a preparação.

 

O aumento do diâmetro das válvulas é de difícil execução, pois requer usinagem de altíssima qualidade — nada fácil de encontrar — e ainda pode exigir, de acordo com o peso das novas válvulas, um reprojeto do sistema de acionamento para evitar flutuação e até quebras. Mas os resultados são bastante expressivos, pois são as válvulas que ditam, em último caso, a quantidade de mistura que será admitida: são, portanto, o elemento que permite o maior aumento de eficiência do cabeçote.

 

O custo de um retrabalho de cabeçote pode variar de R$ 100, para um simples polimento, até mais de R$ 2.500 com um grande retrabalho, aumento do diâmetro dos dutos e das válvulas, troca de comando, molas, tuchos e os necessários coletores. O resultado é proporcional ao preço: pode-se obter um ganho de até 50% na potência, ou cerca de 45 cv, com a preparação mais completa — o que levaria o Corsa de 0 a 100 em menos de 7,5 segundos e a uma velocidade máxima superior a 200 km/h. Mas haveria sensível prejuízo à dirigibilidade, pela grande redução do torque em baixa rotação.

 

O ganho de desempenho obtido com um retrabalho leve de cabeçote não requer grandes mudanças na suspensão do Corsa GL, que já vem com estabilizadores dianteiro e traseiro, inexistentes nas versões de 1 litro.

 

 Se a necessidade de melhor controle em curvas já existe no carro atual, porém, sugerimos a adoção completa ou parcial do conjunto empregado no extinto GSi, composto por molas 33% mais firmes na frente e 20% atrás, amortecedores pressurizados de carga mais elevada e estabilizadores mais grossos. A substituição dos amortecedores é economicamente mais viável, pois são as primeiras peças entre as citadas a apresentar desgaste; assim, seu carro pode já não estar com a carga de um modelo novo. Os preços dos componentes podem ser obtidos num concessionário GM ou numa boa loja de peças.

 

O simples acréscimo de carga nos amortecedores não diminui a inclinação nas curvas, tarefa que cabe às molas e sobretudo aos estabilizadores. Na troca de amortecedores convencionais por pressurizados, contudo, é perceptível o ligeiro endurecimento da suspensão: é como se a presença do gás nos amortecedores adicionasse carga às molas. Caso o resultado não lhe pareça suficiente, adote também os estabilizadores do GSi — deixe as molas esportivas por último, já que afetam mais diretamente o conforto em retas.

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 Deixe o Corsa  1.0 mais Esperto

 

 

Os motores atuais de um litro têm representado um desafio para os preparadores. Com o grande desenvolvimento em busca de torque e potência imposto pelas fábricas a esses motores, tem sobrado pouca margem de trabalho para os preparadores, que correm o risco de deixar o carro sem torque, no caso de preparação aspirada, ou de reduzir em muito a vida útil do motor (em qualquer preparação).

Apesar de o aumento de potência desejado ser pequeno, 20 cv representam 33% da potência original do motor, o que corresponderia a um acréscimo de 45 cv num motor-padrão de 2 litros e 16 válvulas. Para obter tal ganho sem prejudicar o torque, só sobrealimentando o motor — com um turbo bem-dimensionado, intercooler e 0,4 Kg/cm2 de pressão, por exemplo. Para um aumento de 15 cv pode-se optar por um veneno aspirado leve, com remapeamento de injeção/ignição, um comando com cerca de 10 graus a mais de permanência e 10 mm a mais de levantamento (lift) e coletor de escape dimensionado.
O desempenho estimado para as modificações sugeridas é o seguinte:

 

 

 

Veneno aspirado Turbo a 0,4 kg/cm2
Potência máxima 75 cv 86 cv
Rotação de potência máxima 6700 rpm 6000 rpm
Velocidade máxima 160 km/h 168 km/h
Rotação à velocidade máxima 5800 rpm 6010 rpm
Aceleração de 0 a 100 km/h 13,0 s 11,2 s
Torque máximo 9,1 mkgf 12,0 mkgf
Rotação de torque máximo 3350 rpm 3000 rpm
Encurtamento recomendado na relação de transmissão 13,36 % não é necessário
Aumento recomendado na injeção de combustível - 33,3 %
Aceleração longitudinal no interior do veículo 0,48 g 0,55 g

 

 

 

 

 

Algoritmo de simulação de preparação de motores desenvolvido pelo consultor
Iran Cartaxo, de Brasília, DF.

 

 

 

Como se vê, o desempenho obtido é semelhante ao do Corsa 1,6-litro, pois o motor original já dispõe de potência específica (cv/litro) elevada e o Wind é mais leve que o GL. Pode ser necessário aumentar ligeiramente o volume de injeção na preparação aspirada, mas o medidor de vazão do sistema muitas vezes dá conta do recado. Ainda no aspirado, o torque máximo não diminui (observe nas curvas) mas é transferido para rotação pouco mais alta, pois o comando utilizado não difere muito do original e o remapeamento se encarrega de recuperar um pouco o torque.

  

 

  Fonte: (http://www.corsaclube.com.br/forum/abre_pagina.php?page=reportagens.php)

 

 

 

 

 

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